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  • Equipe Wetlands

Desmistificando os wetlands construídos

10 mitos sobre os wetlands construídos que fazem você duvidar que a tecnologia funciona para a sua demanda.


O pior inimigo da tecnologia são os mitos, os empirismos, as preconcepções e a falta de discernimento técnico para reconhecer o que são os wetlands construídos, conforme verdadeiramente chancelados ao redor do mundo, e vislumbrar suas diversas aplicações.


Se você viu um wetlands construídos que não performava, ou ele foi mal projetado, ou mal construído ou mal operado. A mesma condição vale para um carro, um equipamento e qualquer outro tipo de ETE. A tecnologia wetlands não precisa de comprovação para atestar seu funcionamento.


Por isso, nossa equipe está empenhada em uma tarefa difícil, mas de extrema importância: desmistificar os wetlands construídos.


Não são as plantas que tratam esgoto; não é o mesmo que TEVAP; não é apenas solução para águas cinzas; não são lagoas com plantas flutuantes; não são algumas “plantinhas” que transformarão um sistema em wetlands.


Será mesmo que os wetlands só tratam pequenas vazões? Será mesmo que o seu efluente é complexo demais para ser tratado passivamente? Você, gestor(a) de uma concessionária de saneamento, gerente de meio ambiente de uma indústria, responsável ambiental de uma mineradora ou encarregad@ do tratamento de efluentes e gestão de lodos em condomínios e loteamentos... será que você não tem um wetlands porque acredita em um falso mito?

Conheça 10 FALSOS MITOS sobre os wetlands construídos e mude sua percepção sobre a tecnologia e suas aplicações:


MITO 1 – MINHA VAZÃO É GRANDE DEMAIS PARA OS WETLANDS.

MITO! Os wetlands NÃO são apenas aplicáveis para pequenas vazões. Existem diversas aplicações dos wetlands e, como é de se esperar, cada uma apresenta suas limitações e potencialidades. De fato, em algumas aplicações, a exigência de grandes áreas pode se tornar um fator limitante para a viabilidade da tecnologia no caso de grandes vazões. A área disponível pode não ser suficiente para os wetlands, o que dirige a seleção para outras tecnologias. Todavia, outras aplicações dos wetlands exigem áreas bem mais reduzidas (como nas UGL Wetlands que exigem na ordem de 0,1 m²/equivalente habitacional) ou combinam processos passivos com ativos (tratamentos semi-passivos), viabilizando técnica e economicamente o tratamento de grandes vazões de efluentes e lodos.


Em algumas situações, como no caso da necessidade de tratar águas de mineração, as vazões podem ser significativas e tornar os tratamentos por rotas ativas (intensificados) bastante onerosos. Nesses casos, se confirmada a disponibilidade de área e viabilidade técnica de tratamento das águas por rotas passivas, os wetlands construídos são uma alternativa extremamente vantajosa, que garantem redução de custos e segurança operacional.


A maior planta de tratamento por wetlands construídos do mundo trata cerca de 115 MIL m³/dia de efluente gerado em refinaria de petróleo!


Ainda tem dúvidas sobre isso? Escrevemos uma matéria sobre este e outros grandes cases de sistemas wetlands ao redor do mundo para as mais diversas aplicações. Acesse e surpreenda-se com os casos de sucesso!


MITO 2 – AS PLANTAS TRATAM O ESGOTO.

Atenção! O principal responsável pelo tratamento de efluentes nos wetlands NÃO são as plantas!


Apesar de serem o elemento mais notável, não são as "plantas que tratam o esgoto", como costumeiramente se houve falar. Esta é uma das muitas distorções técnicas associadas aos wetlands construídos, justificada pelo desconhecimento dos seus mecanismos de funcionamento e, em especial, do papel da vegetação no processo de tratamento.


Os wetlands, assim como outras tecnologias de tratamento, são sistemas biológicos, nos quais a microbiota, que se desenvolve naturalmente no leito, é a principal responsável pela degradação da matéria orgânica presente nos esgotos. A remoção de metais e outras substâncias inorgânicas também se dá por meio da interação entre os poluentes presentes na água a ser tratada e o ambiente do meio suporte/zona de raízes, onde ocorre um universo ultracomplexo de reações biogeoquímicas. Os wetlands devem ser enxergados como reatores e, por isso, é imprescindível entender as suas diversas engenharias de aplicação para garantir as rotas de remoção e eficiências necessárias para cada demanda.


A comunidade científica internacional vem elucidando em profundidade, ao longo das últimas décadas, os vários mecanismos e processos pelos quais os poluentes são removidos nos wetlands. Cada grupo de poluentes (orgânicos, inorgânicos, patógenos) segue rotas específicas de degradação ou remoção. Em resumo, podemos dizer que nestes sistemas ocorrem processos físicos (filtração, sedimentação, volatilização), químicos (adsorção, oxidação, redução, precipitação, quelação) e biológicos (degradação e absorção pelos microrganismos, decaimento de patógenos, extração pelas plantas, entre outros). Estes processos ocorrem simultaneamente nos wetlands construídos e é isso que confere tamanha robustez a estes sistemas.


Mas não é por isso que as plantas não são importantes. Pelo contrário! Elas desempenham um papel fundamental. Afinal: qual é o papel da vegetação das plantas no tratamento de esgotos?


Escrevemos uma matéria para esclarecer os principais mecanismos de funcionamento e o papel da vegetação nos wetlands. Acesse!


MITO 3 – OS WETLANDS SÃO A MELHOR TECNOLOGIA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES.

Acredite se quiser! Nós somos especializados em conceber e projetar sistemas wetlands construídos e mesmo assim afirmamos: os wetlands NÃO são a melhor tecnologia de tratamento de efluentes!


Isso porque cada realidade exige uma análise e solução específica. Sistemas passivos e intensivos, biológicos ou físico-químicos, compactos ou extensivos, naturais ou mecanizados... são algumas das divisões possíveis. Na nossa visão, não existe a melhor tecnologia, mas aquela que é mais adequada para cada realidade. Acesse a matéria que fizemos sobre o assunto.


Todavia, dentro do conceito de ETEs sustentáveis e de economia circular, os wetlands apresentam grandes vantagens quando comparados com outros arranjos tecnológicos. Isso porque a tecnologia dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e viabiliza, técnica e economicamente, boas práticas ambientais no setor de saneamento, como o reúso não potável do efluente tratado e a conversão do lodo em composto orgânico. Por se tratar de um sistema de tratamento passivo, outra grande vantagem do sistema é o incentivo à redução de consumo energético nas ETEs e a segurança operacional.


Selecionar a melhor tecnologia de tratamento para determinada situação é um trabalho complexo, mas de extrema importância. Nossa equipe está de prontidão para te ajudar nessa tomada de decisão!


MITO 4 – TODAS AS APLICAÇÕES DOS WETLANDS EXIGEM ÁREAS ENORMES.


De fato, por ser uma tecnologia de tratamento passiva, os requisitos de área dos wetlands são maiores, quando comparado com outras tecnologias de tratamento intensivas e mecanizadas que, por outro lado, possuem elevados custos de operação e manutenção.


O erro, contudo, está na afirmação que TODAS as aplicações dos wetlands exigem áreas enormes. Primeiramente, é necessário entender que as áreas requeridas dependem, principalmente, do Equivalente Habitacional (EH) da vazão/massa de lodo a ser tratada. As aplicações dos wetlands para tratamento dos efluentes exigem algo da ordem de 2 m² para cada EH, em alguns casos podem chegar a 5 m² para cada EH. Já as aplicações para tratamento de lodos, exigem apenas 0,1 m² para cada EH.


Por isso, para o tratamento de efluentes sanitários brutos, por exemplo, os wetlands se tornam mais atraentes para municípios de até 10.000 habitantes (acima desse valor, as áreas tendem a inviabilizar o tratamento por wetlands em função dos custos de preenchimento do leito). Por outro lado, por exigir um requisito de área bem menor, a aplicação para tratamento de lodos viabiliza a gestão de lodos para populações equivalentes de até 200 mil habitantes! Focada na redução de custos e simplificação das rotinas de gestão de lodos em ETE, esta aplicação (UGL Wetlands) desmistifica a premissa acima.


Outra abordagem que caminha na contramão dessa premissa é a intensificação dos processos que ocorrem nos sistemas wetlands por meio de aeração ou outros arranjos que permitem aumentar a eficiência dos leitos e, consequentemente, reduzir as áreas necessárias por EH. Esses avanços técnicos e operacionais vem sendo foco de muitas pesquisas nacionais e internacionais e apontam resultados bastante favoráveis.


MITO 5 – OS WETLANDS NÃO PODEM RECEBER ESGOTOS BRUTOS.

MITO! Os wetlands não apenas recebem esgotos brutos como conseguem tratá-los com segurança operacional, atingindo os mais restritivos padrões de lançamento e de reúso.


Só na França, que é do tamanho da Bahia, existem mais de 4.000 sistemas wetlands, tratando esgoto bruto municipal, e atendendo parâmetros de lançamento com DBO inferior a 25mg/L ! Clique aqui e conheça alguns dos sistemas wetlands construídos pela Europa.


Em sistemas híbridos (wetlands vertical + horizontal) as eficiências médias de remoção de matéria orgânica, para esgoto sanitário bruto, são superiores a 93%. Entenda como funciona a operação dos wetlands para tratamento de efluentes brutos.


O panorama demográfico do Brasil indica que 59% dos 5.570 municípios brasileiros possuem população abaixo de 15 mil habitantes. Esse cenário demonstra que o desafio no Brasil para assegurar a universalização da disponibilidade e gestão do saneamento é viabilizar, técnica e economicamente, o tratamento de efluentes em pequenas e médias cidades. Os sistemas wetlands construídos conseguem tratar esgotos brutos ou secundários para populações equivalentes a até 20 mil habitantes com elevada eficiência e com até 60% de redução dos custos de operação e manutenção de uma ETE, se tornando uma solução viável para o acesso ao saneamento nessas cidades.


Quer saber mais sobre alguns casos de sucesso ou exemplos de projetos onde os wetlands são utilizados para tratar esgotos brutos? Entre em contato com a gente. Vamos discutir sua demanda!


MITO 6 – OS WETLANDS SÃO UMA TECNOLOGIA “ALTERNATIVA” DE TRATAMENTO.

A expressão "tecnologia alternativa" gera uma falsa impressão sobre os wetlands construídos, pois os agrupam no mesmo conjunto de sistemas "artesanais" como TEVAP, círculos de bananeiras, fossas biodigestoras, etc.


Por trás dos wetlands, há um forte lastro de engenharia sanitária e outras áreas de conhecimento, da mesma forma que para as outras tecnologias – como UASB, lodos ativados e lagoas de estabilização.


Dentre as suas várias aplicações, os wetlands construídos são uma tecnologia consolidada internacionalmente como solução de saneamento sustentável para cidades de pequeno a grande porte, abarcando conceitos de economia circular e contribuindo para as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A tecnologia é chancelada por entidades de renome, como IWA (International Water Association), UN Water (ONU), EPA (Environmental Protection Agency USA), European Environment Agency e outros.


Nacionalmente, a tecnologia é validada pela FUNASA, INCT ETEs sustentáveis, Grupo Wetlands Brasil, além de ser chancelada por centros de pesquisa de referência do saneamento como o Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, o GESAD da UFSC, dentre outros.


Veja exemplos dos maiores sistemas wetlands do mundo e mude sua visão sobre os sistemas wetlans construídos.


MITO 7 – OS WETLANDS NÃO TRATAM EFLUENTES INDUSTRIAIS.

Águas residuárias são um subproduto inevitável de processos industriais e possuem características específicas em função do processo produtivo em questão. Ao contrário do que muitos pensam, os sistemas wetlands construídos são capazes de receber efluentes de uma grande variedade de tipologias industriais, incluindo efluentes de suinoculturas, indústrias alimentícias, laticínios, águas de mineração para remoção de metais, cervejarias, etc.


De maneira geral, as ETE Industriais devem prever as rotas de remoção para os poluentes específicos, selecionando as tecnologias e configurando as etapas de acordo com as características das águas a serem tratadas e os objetivos de tratamento (aproveitamento agrícola, reúso industrial, lançamento em corpo hídrico ou infiltração no solo). É importante respeitar a premissa de que “cada caso é um caso”!


Os sistemas wetlands construídos são altamente flexíveis e englobam diversas abordagens aplicáveis às águas industriais - remoção de metais traço, redução de matéria orgânica, tratamento passivo de lodo biológico industrial, polimento de efluente para melhoria da qualidade, dentre outros. Em alguns casos, estes sistemas podem atuar individualmente ou em composição com outras tecnologias de tratamento.


Para casos muito específicos, pode ser necessário a elaboração de ensaios de tratabilidade e construção de sistemas piloto para a correta especificação das rotas de tratamento e dos parâmetros de projeto para o sistema em escala real.


Para mais informações sobre esta abordagem, entre em contato com nossa equipe para discutirmos sua demanda!


MITO 8 – SE TEM PLANTAS, É WETLANDS.

Para desmistificar os wetlands construídos é preciso separar o que são os wetlands construídos, dos improvisos tecnológicos, dos empirismos e do que parece, mas não são wetlands construídos.


Outra separação importante é não generalizar a experiência mal sucedida e usar como prerrogativa para assumir que a tecnologia dos wetlands construídos não funciona.


Lagoas de aguapé, tanque de evapotranspiração (TEVAP), e outras soluções que utilizam plantas - em muitos casos sem critérios de projeto e sem consolidação técnica - não são wetlands construídos! Sistemas que não foram projetados conforme literatura especializada consagrada e critérios de engenharia hidrossanitária também não são wetlands construídos!


Se você quer conhecer, de fato, exemplos de projetos e implantações de sistemas wetlands construídos de verdade, acesse:


- Exemplos de cases de sucesso pelo mundo para diversas aplicações

- Cases da empresa Wetlands Construídos


MITO 9 – NÃO EXISTEM CRITÉRIOS DE PROJETOS DE ENGENHARIA PARA OS WETLANDS.

Por trás dos wetlands existem consolidados critérios de engenharia nacionais e internacionais. A sólida engenharia por trás dos wetlands integra áreas do conhecimento como a engenharia civil e sanitária, hidráulica, química, mecânica, estrutural, biologia sanitária, topografia, além de disciplinas de arquitetura e paisagismo. Esses critérios de projeto e construção devem ser respeitados quando se pretende projetar e implantar um sistema, para garantir que o mesmo atenda com rigor às metas de tratamento.


No Brasil ainda não existe norma técnica oficial para projetos de wetlands construídos mas existem documentos de consenso entre pesquisadores e praticantes para orientação técnica de dimensionamento desses sistemas. O principal deles, elaborado pelos professores Marcos von Sperling (UFMG) e Pablo Sezerino (UFSC), é fruto de um longo trabalho desenvolvido pelo Grupo de estudos em sistemas wetlands construídos aplicados ao tratamento de águas residuárias e "dará base, em um futuro próximo (mas não agora), para critérios de dimensionamento que venham a constituir uma futura norma".


Em paralelo, ressalta-se que as normas técnicas internacionais, muitas vezes utilizadas como fundamentos para critérios de dimensionamento de sistemas wetlands no Brasil, atendem a padrões de lançamento e exigências técnicas e ambientais mais restritivas do que àquelas vigentes em cenário nacional, garantindo uma abordagem conservadora que atua a favor da segurança.


Wetlands significa solidez técnica, ciência e sustentabilidade! Espalhadas pelo mundo, as pesquisas sobre os wetlands construídos atestam , há décadas, sua eficiência e enorme potencial para diversas aplicações. Um exemplo é o CENTRO HELMHOLTZ PARA PESQUISAS AMBIENTAIS – UFZ. Localizado em Leipzig, Alemanha (país onde foi criada a tecnologia wetlands construídos na década de 60), o UFZ é um dos principais centros no mundo para pesquisas ambientais. Dentre os vários departamentos do UFZ, destaca-se o Departamento de Biotecnologia Ambiental com pesquisas aplicadas e altamente sofisticadas sobre sistemas wetlands construídos.


Se você quer conhecer os projetos que nossa empresa entrega - nível de detalhamento dos desenhos, qualidade técnica das entregas e simulações virtuais de projetos referência que fizemos, te convidamos a visitar nosso site e entrar em contato!


MITO 10 – SE EU NUNCA VI, NÃO FUNCIONA!

Corroborando com a afirmação que inicia essa matéria, os maiores desafios a serem superados para a disseminação da tecnologia dos wetlands construídos no cenário nacional são os mitos e o desconhecimento sobre estes sistemas, que contribuem para a errônea percepção de que "se eu nunca vi, não funciona!".


As barreiras de entrada dos wetlands construídos no Brasil envolvem questões culturais - como carência educacional, valores coletivos da sociedade (o que é visto como prioridade), relação distante entre homem/natureza - e técnicas - como desconhecimento sobre o que é tratamento de esgotos, falta de cultura de planejamento e projeto (imediatismo), repúdio a novas tecnologias, etc. Nesse contexto, a prospecção de mercado oferecendo serviços especializados para implantação e alavancagem destes sistemas no Brasil é o foco da empresa Wetlands Construídos.


Em paralelo, várias universidades vêm se empenhando para testar e divulgar a tecnologia nacionalmente e já há várias instalações em escala real. Na região sul há sistemas wetlands implantados em pequena, média e grande escala pra tratamento de esgotos e também instalações para tratamento de lodos de ETE e de caminhões limpa-fossa.


Com as metas de universalização do saneamento e com as mudanças esperadas pelo novo marco legal, o mercado de saneamento vem se aquecendo e as perspectivas para utilização dos wetlands construídos são grandes. Temos clima favorável, disponibilidade de área, rica biodiversidade vegetal e domínio das técnicas construtivas. Há que se comentar que o cenário nacional é de carência de serviços de tratamento de esgotos e que esta tecnologia pode contribuir para reverter esta realidade. Como é uma tecnologia com simplicidade construtiva e operacional e elevada eficiência se encaixa bem em várias situações brasileiras.


Nós te convidamos a conhecer mais sobre a tecnologia! E se tiver visto um wetlands que não funciona, avalie as taxas de aplicação hidráulica, taxas de carregamento orgânico, critérios de dimensionamento, critérios construtivos e rotinas operacionais e de manutenção.

Se for wetlands de verdade, funciona!


Dica: Veja você mesmo! Para navegar pelo mundo dos wetlands e se convencer que a tecnologia FUNCIONA, recomendamos procurar no Google pelos termos:

  • constructed wetlands

  • treatment wetlands

  • filtre planté de roseaux

  • reed beds

  • humedales artificiales


Então, depois disso tudo, será que você ainda não acredita nos wetlands por causa de um mito?


Se você quiser discutir sobre alguma demanda específica ou estudar a viabilidade e as possíveis engenharias de aplicação dos wetlands para o seu caso, mande uma mensagem e entre em contato conosco!


Não deixe que um falso mito te impeça de fazer parte do futuro do saneamento.

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