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  • Equipe Wetlands

Desmistificando os wetlands construídos

Atualizado: Ago 19

10 mitos sobre os wetlands construídos que fazem você duvidar que a tecnologia funciona para a sua demanda.


O pior inimigo da tecnologia são os mitos, os empirismos, as preconcepções e a falta de discernimento técnico para reconhecer o que são os wetlands construídos, conforme verdadeiramente chancelados ao redor do mundo, e vislumbrar suas diversas aplicações.


Se você viu um wetlands construídos que não performava, ou ele foi mal projetado, ou mal construído ou mal operado. A mesma condição vale para um carro, um equipamento e qualquer outro tipo de ETE. A tecnologia wetlands não precisa de comprovação para atestar seu funcionamento.


Por isso, nossa equipe está empenhada em uma tarefa difícil, mas de extrema importância: desmistificar os wetlands construídos.


Não são as plantas que tratam esgoto; não é o mesmo que TEVAP; não é apenas solução para águas cinzas; não são lagoas com plantas flutuantes; não são algumas “plantinhas” que transformarão um sistema em wetlands.


Será mesmo que os wetlands só tratam pequenas vazões? Será mesmo que o seu efluente é complexo demais para ser tratado passivamente? Você, gestor(a) de uma concessionária de saneamento, gerente de meio ambiente de uma indústria, responsável ambiental de uma mineradora ou encarregad@ do tratamento de efluentes e gestão de lodos em condomínios e loteamentos... será que você não tem um wetlands porque acredita em um falso mito?

Conheça 10 FALSOS MITOS sobre os wetlands construídos e mude sua percepção sobre a tecnologia e suas aplicações:


Vazões wetlands

MITO 1 – MINHA VAZÃO É GRANDE DEMAIS PARA OS WETLANDS.

MITO! Os wetlands NÃO são apenas aplicáveis para pequenas vazões. Existem diversas aplicações dos wetlands e, como é de se esperar, cada uma apresenta suas limitações e potencialidades. De fato, em algumas aplicações, a exigência de grandes áreas pode se tornar um fator limitante para a viabilidade da tecnologia no caso de grandes vazões. A área disponível pode não ser suficiente para os wetlands, o que dirige a seleção para outras tecnologias. Todavia, outras aplicações dos wetlands exigem áreas bem mais reduzidas (como nas UGL Wetlands que exigem na ordem de 0,1 m²/equivalente habitacional) ou combinam processos passivos com ativos (tratamentos semi-passivos), viabilizando técnica e economicamente o tratamento de grandes vazões de efluentes e lodos.


Em algumas situações, como no caso da necessidade de tratar águas de mineração, as vazões podem ser significativas e tornar os tratamentos por rotas ativas (intensificados) bastante onerosos. Nesses casos, se confirmada a disponibilidade de área e viabilidade técnica de tratamento das águas por rotas passivas, os wetlands construídos são uma alternativa extremamente vantajosa, que garantem redução de custos e segurança operacional.


A maior planta de tratamento por wetlands construídos do mundo trata cerca de 115 MIL m³/dia de efluente gerado em refinaria de petróleo!


Ainda tem dúvidas sobre isso? Escrevemos uma matéria sobre este e outros grandes cases de sistemas wetlands ao redor do mundo para as mais