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Tratamento de águas de mineração: equilibrando segurança empresarial e ambiental com soluções compatíveis com o ambiente de mineração.

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Sistemas compatíveis com a realidade e com o futuro da mineração:
cada água uma engenharia

 

Trabalhamos com sistemas que garantem estabilidade combinando processos passivos e ativos, para atender os grandes desafios das águas de mineração: variação de cargas e vazões, geoquímica complexa, restrições operacionais e alto risco ambiental.

É inerente a qualquer tipo de processo de mineração uma profunda alteração da relação solo-água.

Estruturas como cavas a céu aberto, minas subterrâneas, pilhas de estéril e barragens de rejeito geram águas de drenagem carregadas em sedimentos, metais-traço e outros elementos químicos que precisam ser controlados para não causar impactos aos recursos hídricos.

Sim, água tem assinatura! E cada água tem a sua!

As características geoquímicas e a variação dos regimes hidráulicos destas águas são tão amplas e complexas quanto os tipos de estruturas e corpos minerais de onde se originam.

Ou seja, não existe solução padrão.

Diante das especificidades destas águas, é necessária uma abordagem também específica.

Nós criamos arranjos de tratamento compatíveis com a realidade do ambiente de mineração, integrando geoquímica e engenharia sanitária. Nossa engenharia não se limita à uma tecnologia única. Porque o que importa é a compatibilidade dos processos de tratamento com a realidade local, a assinatura das águas e os requisitos operacionais.

A escolha de um processo de tratamento tecnicamente robusto, operacionalmente simples e economicamente vantajoso é determinante para garantir segurança empresarial e sustentabilidade no longo prazo.

Nossa equipe de especialistas integra o que há de mais avançado na área de tratamento passivo de águas de mineração com os sistemas clássicos de tratamento de água, desenvolvendo projetos que equilibram viabilidade econômica, excelência técnica e segurança empresarial.

ETE WETLANDS
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Mineração é agua
e nós conhecemos os desafios da gestão de águas e efluentes na mineração

As operações  em ETE com vazões de até 30 L/s carregam dores muito particulares. Nosso foco de trabalho é trazer sustentabilidade para essas operações, com arranjos tecnológicos sob medida, com foco na simplificação e na circularidade.

Aplicações e PRODUTOS
Soluções que integram geoquímica, engenharia ambiental e pessoas 

Águas de drenagem

de mina, rebaixamento e afloramento

Efluentes de processos de beneficiamento ou de lavagem de áreas ou estruturas

Águas de drenagem

de barragens de rejeito

Águas de Drenagem

Ácida de Mina (DAM)

Águas de drenagem

de pilhas de estéril e rejeito

Águas subterrâneas contaminadas

Soluções e PRODUTOS
 

Nossas soluções são baseadas no equilíbrio entre economia circular e rentabilidade das operações, explorando o potencial da tecnologia wetlands e arranjos tradicionais de tratamento para trazer coerência técnica, econômica e socioambiental às operações.​​

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Sistemas para remoção de Metais, metaloides e outros elementos inorgânicos.

Química não é segredo. É ciência exata! E a remoção de metais (Ferro e Manganês, por exemplo) ou outros elementos inorgânicos em águas de mineração não acontece se não respeitamos os princípios elementares de química. Oxidação, correção de pH, sedimentação, filtração, adsorção. Parecem simples. Mas para que essa aparente simplicidade funcione é necessário posicionar as operações unitárias numa sequência lógica e dimensionar os reatores conforme as condições específicas de cada hidrograma.

 

São várias as técnicas e processos para remoção de metais em águas de mineração. Todas funcionam! O lance não é se funciona ou não... O lance é fazer funcionar no longo prazo! Com rotinas e custos operacionais compatíveis com a realidade da mineração. E é nesse desafio que nosso time é especializado.

 

O arranjo tecnológico (sequência de operações unitárias e retores) é determinante para o sucesso da operação no longo prazo. E no ambiente de mineração, em que as vazões e características de águas variam enormemente, não são viáveis importações simplistas de sistemas pré-fabricados... É necessária uma abordagem customizada, desenvolvendo sistemas sob medida para cada situação.

Sistema para remoção de hidrocarbonetos e óleo emulsionado

O tratamento de efluentes contendo surfactantes e óleo é um desafio em praticamente todas as oficinas de mineradoras. Para esse tipo de efluente, não basta empregar apenas um separador água óleo (SAO), pois o óleo está emulsionado na água pelo uso de surfactantes e desengraxantes. Os SAO separam apenas o óleo livre, mas o sabão faz com que o óleo se dissolva na água e não seja removido no SAO. Dessa maneira, é necessário um sistema de filtragem e/ou degradação dessa emulsão. Também há nessas águas grande volume de sólidos sedimentáveis (lama), que precisam ser removidos antes do SAO. Outro complicador são as grandes variações de vazão, impondo a necessidade de tanques de amortecimento e equalização. 

Para lidar com estes fatos, nossos sistemas empregam um conjunto de processos ordenando as operações unitárias em uma sequência especificamente projetada.

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Sistemas para tratamento de drenagem ácida de mina

A drenagem ácida de mina, seja pela percolação através de pilhas de estéril e rejeito ou pelo afloramento de águas em minas subterrâneas, é um desafio crítico para as operações de mineração.

 

O primeiro passo é compreender o regime hidráulico de formação destas águas. Cada tipo de estrutura vai resultar em um volume de água e um hidrograma. O segundo passo é compreender a composição química destas águas, que dependerá da assinatura geoquímica do maciço por onde a água percolou. Minerais como Pirrotita (FeS), Calcopirita (CuFeS2), Arsenopirita (FeAsS), Galena (PbS) e Esfarelita (ZnS) vão deixar suas respectivas assinaturas nas águas de drenagem. Comum em todas estas águas, são valores de pH bastante baixos (da ordem de 3,0 – 4,0) além de altas concentrações de Ferro e Sulfato. A partir destes entendimentos, a corrente a ser tratada está definida e é possível iniciar o desenvolvimento da rota de tratamento específica para cada situação. Vale a pena mencionar que uma análise estatística dos dados de monitoramento disponíveis é sempre recomendada, mas existem situações em que as estruturas não são existentes e não há dados disponíveis para o projeto, sendo necessárias adotar referências de águas similares ou ensaios de lixiviação.

 

Entretanto, o maior desafio nestes casos não é simplesmente entregar água limpa de volta à natureza. O desafio é manter esta estrutura funcionando bem ao longo do tempo. Especialmente no período de descomissionamento, quando não há mais operações no local, mas a estrutura segue gerando águas ácidas por tempo indeterminado. Por isso, a estratégia para definição da melhor rota de tratamento deve ser uma etapa bem desenvolvida.

Sistemas para controle de sedimentos e turbidez

É inerente à mineração uma profunda alteração na cobertura do solo. A remoção da cobertura do solo gera como consequência o arraste de sedimentos pela drenagem superficial.

 

O desafio para o controle de sedimentos em águas de drenagem superficial em áreas de mineração consiste nos grandes volumes e na variação das vazões, que estão atreladas ao regime hidrológico.

 

O primeiro passo para se desenhar o sistema de tratamento está em compreender o hidrograma de vazões e estabelecer os critérios hidrológicos, estatísticos e hidráulicos que são a base do projeto.

 

Os fenômenos que governam a remoção de sedimentos e turbidez estão relacionados ao diâmetro das partículas e na estabilidade destas partículas no líquido. Em resumo, há partículas que podem ser removidas por simples sedimentação. Nesses casos, o diâmetro da partícula determina sua velocidade de sedimentação, que por sua vez determina a área superficial de uma bacia de sedimentação, por exemplo, em função de uma vazão afluente. Há outros casos em que as partículas estão em forma coloidal e precisam de um elemento químico para desestabilizar suas ligações com a água de modo a permitir sua sedimentação. O método mais comum, amplamente empregado em tratamento de águas para abastecimento, por exemplo, é combinar estes fenômenos, com a dosagem de reagentes químicos para coagulação e floculação, seguido de etapas de sedimentação e uma última etapa de filtração.

 

Entretanto, no ambiente de mineração, o uso de estações de tratamento de água clássicas geralmente é inviável, em função da viabilidade operacional e econômica destas estruturas.

 

É por isso que nossa abordagem é de desenhar processos sob medida, ajustando as diversas técnicas de tratamento,

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Serviços de consultoria para diagnóstico e melhoria em estações de tratamento

Desenvolvimento de rotas específicas (PD&I)

 

Ensaios de tratabilidade

Operação assistida e terceirização da operação

Principais cases e projetos

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